Pra testar o caráter de um novo empregado, o dono da empresa mandou colocar 500 reais a mais no salário dele. Passam os dias, e o funcionário não relata nada. Chegando no outro mês, o dono faz o inverso: manda tirar 500 reais. No
mesmo dia, o funcionário entra na sala pra falar com ele:
- Doutor, acho que houve um engano e me tiraram $ 500 reais do salário.
- É? Curioso que no mês passado eu coloquei $ 500 a mais e você não falou nada.
- É que um erro eu tolero, doutor, mas DOIS, eu acho um absurdo !!!

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O dia em que os estagiários começarem a ter suas próprias salas, possivelmente serão assim:

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Conversa de doido: Empregada atendendo uma ligação internacional para a patroa – Impagável!

Ouça o áudio: Download

- Irma.
- Rosana?
- A Rosana tá viajando.
- Uhh, anybody speaks english? (Alguém fala inglês?)
- Ahnnn?
- …speaks english (…fala inglês)
- Ela foi pra “Tibaia”, perto de São Paulo
- Uhh, this is Australia calling. (Esta é uma ligação da Austrália)
- Quem tá falando?
- Australia… Uhh…
- Alô?
- Anybody speak english? (Alguém fala inglês?)
- Ela tá viajando, ela vai chegar hoje.
- Yeah, Rosana… Rosana lives there? (Sim, a Rosana… Ela mora aí?)
- É, ela vai chegar hoje.
- She’s… Ughh.. (Ela…)
- Ali pelas 8 horas… Erm… Pelas 10 horas da noite, a senhora volta a ligar que ela está.
- Uhhh… Sorry, I don’t understand.. Will call again. (Desculpe, não estou entendendo… Volto a ligar.)
- Ahn?
- We don’t understand what you’re saying.
- É nada!
- We need an interpretator…
- Amanhã a senhora liga pra ela!
- Okay… It’s Australia calling. Australia. (Ok… É uma ligação da Austrália)
- Dona Rosana?
- Australia?
- A Dona Rosana?
- Rosana?
- É, ela foi lá numa excursão lá num convento de freiras, perto de São Paulo.
- Okay, we will telephone again. (Tudo bem, voltamos a ligar depois.)
- Ahn?
- We’ll telephone later. (Vamos ligar mais tarde.)
- É, ela vai voltar hoje.
- Hoje?
- É.
- Hoje?
- É, Ela chega hoje.
- “acho?, hoje”
- É, ali pelas 10 horas ela já vai estar. Da noite. A noite, viu?
- “A meeting? meeting?”
- É
- Erm, right, thank you. (Ah, ta bom, obrigada.)
- Ahn?
- Thank you.
- Ermmmmm…
- Gracias!
- É, que ela vai chegar pela base de 10 horas, 11 horas.
- Uhhhhh.. It’s… related from Australia. (É… tem relação com a Austrália).
- Erm. Neida, Neida.
- Seu Jairo?
- Neida.
- Neira?
- YES!
- É. Tá bom. É isso mesmo.
- …Neida from Australia.
- Como é que a senhora chama?
- Capiche? Understand? (Entendeu?)
- Ah, a senhora é a mãe da Brigite, né?
- Neida from Australia, you tell Rosana. (Neida da Austrália, fala pra Rosana)
- Ela vai… Mais tarde a senhora volta a ligar que ela está.
- Okay. Sorry we don’t understand! (Tá, desculpe por não nos entendermos)
- Por nada!
- Okay… Neida from Australia.
- Tá bom. É da França que tá falando?
- Yeah.. Okay?
- É da França?
- Yeah.. All right. Bye bye.
- Tá bom. Tchau.
- Tchau.

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Um trem bate em um ônibus cheio de freiras, e todas morrem. Elas estão todas de frente para São Pedro, tentando atravessar os portões do paraíso.
O santo pergunta à primeira:
- Irmã Teresa, você, alguma vez, já teve contato com um pênis?
A irmã sorri, timidamente, e responde:
- Bem, uma vez toquei a cabeça de um, com a pontinha do meu dedo…
- OK – diz o porteiro do Céu. Enfie a ponta do dedo nesta bacia com água benta e atravesse o portão.
São Pedro pergunta, então, à segunda freira:
- Irmã Rosa, você alguma vez teve contato com um pênis?
A irmã reluta um pouco, mas responde:
- Bem, uma vez eu segurei e acariciei um…
- Sendo assim – determina São Pedro – enfie a mão toda na água benta e atravesse o portão.
De repente, forma-se um tumulto na fila das freiras. Uma delas começa a empurrar as outras para passar na frente. Quando a freirinha afoita chega ao início da fila, São Pedro pergunta:
- Irmã, irmã… Qual é o motivo da pressa?
E a freira responde:
- É que, se eu vou ter que fazer gargarejo com essa água, melhor fazer agora antes que a irmã Jurema lave a bunda!

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Aprenda a ser educado no trabalho para evitar o stress:

-No lugar de: NEM FODENDO!
Usar: Não tenho certeza se vai ser possível.

-No lugar de: TÔ CAGANDO E ANDANDO.
Usar: Não vejo razão para preocupações…

-No lugar de: MAS QUE PORRA EU TENHO A VER COM ESSA MERDA?
Usar: Inicialmente, eu não estava envolvido nesse projeto.

-No lugar de: CARALHO!
Usar: Interessante, hein?

-No lugar de: FODA-SE. NÃO VAI DAR NEM A PAU.
Usar: Há razões de ordem técnica que impossibilitam a concretização da tarefa.

-No lugar de: PUTA MERDA, VIADO NENHUM ME FALA NADA?
Usar: Precisamos melhorar a comunicação interna.

-No lugar de: E NA BUNDINHA, NÃO VAI NADA?
Usar: Talvez eu possa trabalhar até mais tarde.

-No lugar de: O CARA É UM BOSTA.
Usar: Ele não está familiarizado com o problema.

-No lugar de: VÁ PRA PUTA QUE O PARIU.
Usar: Desculpe…

-No lugar de: VÁ PRA PUTA QUE O PARIU, SEU VIADO.
Usar: Desculpe, senhor.

-No lugar de: BANDOS DE FILHOS DA PUTA!
Usar: A matriz não ficou satisfeita com o resultado do trabalho .

-No lugar de: FODA-SE! SE VIRA!
Usar: Infelizmente, não posso ajudar.

-No lugar de: PUTA TRABALHINHO DE CORNO.
Usar: Adoro desafios.

-No lugar de: AH! DEU PRO CHEFE!?
Usar: Finalmente reconheceram sua competência.

-No lugar de: ENFIA ESSA MERDA NO CU.
Usar: Está muito bom, mas, por favor, refaça essa parte do trabalho.

-No lugar de: AH, SE EU PEGO O FILHO DA PUTA QUE FEZ ISSO.
Usar: Precisamos reforçar nosso programa de treinamento.

-No lugar de: ESSA MERDA TÁ INDO PRO BURACO.
Usar: Os índices de produtividade da empresa estão apresentando uma queda sensível.

-No lugar de: AGORA FUDEU DE VEZ.
Usar: Esse projeto não vai gerar o retorno previsto.

-No lugar de: EU SABIA QUE IA DAR MERDA.
Usar: Desculpe, eu poderia ter avisado, se fosse consultado.

-No lugar de: OH CACETE! VAI SAIR CAGADA DE NOVO.
Usar: Apesar do esforço, teremos outra não conformidade.

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Um ótimo exemplo de como tourada pode ser tanto um ótimo espetáculo e politicamente correta.

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Regras para usar o toilet na casa da namorada


Passeando pelo Tramado por Mulheres eu li esse texto interessante, que ensina como se comportar naquele momento em que você está com o charuto no beiço, na casa da sua namorada:


1 – Não cague :

Ok. O guia parte do pressuposto que você vai cagar na casa dela. Mas, antes de cagar, avalie a possibilidade de não fazê-lo. Quando sentir a pontada, raciocine. “Posso segurar? É desesperador?” Nessa hora, é fundamental saber se essa segurada não se transformará em uma fábrica de flatulências. Se isso ocorrer, opte por cagar.

2 – Não cague em banheiro muito freqüentado :

Se você tem de cagar, escolha aquele lavabo que fica na sala onde ninguém visita. Ou vá ao banheiro da empregada (isso, claro, se a empregada não estiver presente). Ou vá à suíte do quarto de hóspedes. Algo do tipo. Evite a todo custo o banheiro do corredor ou aquele ao lado da sala de televisão. É caixão. Você vai lá, todo feliz, despeja seus detritos no vaso, lava as mãos e, quando sai, vê sua sogra indo direto no banheiro para lavar a mão antes do almoço! Ou o sogro! Ninguém merece.

Um dos momentos mais constrangedores da vida de um homem. Só perde para aquela vez que sua mãe entrou no banheiro e flagrou você se masturbando.

3 – O trono :

Examine a privada da casa da sua namorada. Antes de cagar, dê descarga para ver se ela está funcionando. Nunca, em hipótese alguma, inicie os trabalhos sem dar descarga e testar a potência dela. Caso contrário, se a privada estiver entupida, você terá três caminhos a seguir, todos desgraçadamente ruins:
1) Deixar a bosta boiando ali e correr o risco do seu sogro entrar em seguida e, para todo o e sempre, considerá-lo um sujeito decrepto por deixar o torpedo a boiar; 2) Tentar dar descarga, a água transbordar e você ficar ali, vendo a água da privada inundar o banheiro com resquícios de seu cocô. Um caos completo, com direito a deixar a mãe dela limpando aquela bosta toda;
3) Ser obrigado a pegar um saco plástico, enfiar a bosta dentro e sair – com o saco plástico pingando água da privada no chão – até conseguir chegar ao banheiro mais próximo. Em resumo: testea porcaria da privada!

4 – O fedor :

Tenha cuidado com o mau cheiro. Alguns machos são mestres em cagadas fedorentíssimas. Use a inteligência. Ao despejar a merda no vaso, dê descarga imediatamente. O raciocínio é simples: quanto mais ela ficar boiando por ali, mais cheiro ruim vai exalar. O ideal seria cagar com a descarga funcionando, mas molha a bunda. Quando estiver no trono, olhe em volta. Abra os armários e as gavetas. Se achar um perfume, dê umas borrifadas no vaso e no banheiro antes de sair do recinto. É uma boa forma de matar as moléculas de merda que estão voando pelo ar. Se tiver “Bom Ar”, não exagere. Você não vai querer sair do banheiro cheirando bom ar. Ah, e sempre, sempre, sempre feche a porta.

5 – O papel :

Nunca, mas nunca mesmo, comece os trabalhos sem verificar se há papel higiênico no recinto. Toda a sua estratégia escorre pela privada se você tiver de abrir a porta e gritar: “Amoooooooor! Acabou o papel!”. Nobody deserves!

6 – Thanks for sharing :

Os americanos têm uma expressão de fabulosa ironia que é o “thanks for sharing”. Usa-se essa expressão toda vez que alguém lhe conta algo que você realmente não precisava saber. Isso serve para quando o homem termina de cagar na casa da namorada. Você, idiota, não precisa contar pra ela. Você não está entre amigos, onde você sai do banheiro e diz “tô até mais leve” ou “nossa, essa cagada foi foda”. Ela não precisa saber. Aliás, ninguém precisa saber. Contenha sua vocação pra idiota e silencie sobre o que você fez no banheiro.

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Essa vai para todos aqueles que reclamam do trabalho…

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Se não fossemos invertebrados, também poderiamos ter uma bandeira maneira como aquela!

Se não fossemos invertebrados, também poderiamos ter uma bandeira maneira como aquela!

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Não havia no povoado pior ofício do que ‘porteiro do puteiro’.

Mas que outra coisa poderia fazer aquele homem? O fato é que nunca tinha aprendido a ler nem escrever, não tinha nenhuma outra atividade ou ofício.

Um dia, entrou como gerente do puteiro um jovem cheio de idéias, criativo e empreendedor, que decidiu modernizar o estabelecimento.

Fez mudanças e chamou os funcionários para as novas instruções.

Ao porteiro disse:

A partir de hoje, o Senhor, além de ficar na portaria, vai preparar um relatório semanal onde registrará a quantidade de pessoas que entram e seus comentários e reclamações sobre os serviços.

Eu adoraria fazer isso, Senhor – balbuciou – mas eu não sei ler nem escrever!

Ah! Quanto eu sinto! Mas se é assim, já não poderá seguir trabalhando aqui.

Mas Senhor, não pode me despedir, eu trabalhei nisto a minha vida inteira, não sei fazer outra coisa.

Olhe, eu compreendo, mas não posso fazer nada pelo Senhor. Vamos dar-lhe uma boa indenização e espero que encontre algo que fazer. Eu sinto muito e que tenha sorte.

Sem mais nem menos, deu meia volta e foi embora. O porteiro sentiu como se o mundo desmoronasse. Que fazer? Lembrou que no prostíbulo, quando quebrava alguma cadeira ou mesa, ele a arrumava, com cuidado e carinho.

Pensou que esta poderia ser uma boa ocupação até conseguir um emprego. Mas só contava com alguns pregos enferrujados e um alicate mal conservado.

Usaria o dinheiro da indenização para comprar uma caixa de ferramentas completa. Como o povoado não tinha casa de ferragens, deveria viajar dois dias em uma mula para ir ao povoado mais próximo para realizar a compra..

E assim o fez. No seu regresso, um vizinho bateu à sua porta:

Venho perguntar se você tem um martelo para me emprestar.

Sim, acabo de comprá-lo, mas eu preciso dele para trabalhar … já que…..

Bom, mas eu o devolverei amanhã bem cedo.

Se é assim, está bom.

Na manhã seguinte, como havia prometido, o vizinho bateu à porta e disse:

Olha, eu ainda preciso do martelo. Porque você não o vende para mim?

Não, eu preciso dele para trabalhar e além do mais, a casa de ferragens mais próxima está a dois dias mula de viagem.

Façamos um trato – disse o vizinho. Eu pagarei os dias de ida e volta mais o preço do martelo, já que você está sem trabalho no momento. Que lhe parece?

Realmente, isto lhe daria trabalho por mais dois dias…aceitou…

Voltou a montar na sua mula e viajou. No seu regresso, outro vizinho o esperava na porta de sua casa.

Olá, vizinho. Você vendeu um martelo a nosso amigo. Eu necessito de algumas ferramentas, estou disposto a pagar-lhe seus dias de viagem, mais um pequeno lucro para que você as compre para mim, pois não disponho de tempo para viajar para fazer compras. Que lhe parece?

O ex-porteiro abriu sua caixa de ferramentas e seu vizinho escolheu um alicate, uma chave de fenda, um martelo e uma talhadeira. Pagou e foi embora. E nosso amigo guardou as palavras que escutara: ‘não disponho de tempo para viajar para fazer compras’.

Se isto fosse certo, muita gente poderia necessitar que ele viajasse para trazer as ferramentas. Na viagem seguinte, arriscou um pouco mais de dinheiro trazendo mais ferramentas do que as que havia vendido.

De fato, poderia economizar algum tempo em viagens. A notícia começou a se espalhar pelo povoado e muitos, querendo economizar a viajem, faziam encomendas.

Agora, como vendedor de ferramentas, uma vez por semana viajava e trazia o que precisavam seus clientes. Com o tempo, alugou um galpão para estocar as ferramentas e alguns meses depois, comprou uma vitrine e um balcão e transformou o galpão na primeira loja de ferragens do povoado.

Todos estavam contentes e compravam dele. Já não viajava, os fabricantes lhe enviavam seus pedidos. Ele era um bom cliente. Com o tempo, as pessoas dos povoados vizinhos preferiam comprar na sua loja de ferragens, do que gastar dias em viagens.

Um dia ele lembrou de um amig o seu que era torneiro e ferreiro e pensou que este poderia fabricar as cabeças dos martelos. E logo, por que não, as chaves de fendas, os alicates, as talhadeiras, etc..

E após foram os pregos e os parafusos… Em poucos anos, nosso amigo se transformou, com seu trabalho, em um rico e próspero fabricante de ferramentas.

Um dia decidiu doar uma escola ao povoado. Nela, além de ler e escrever, as crianças aprenderiam algum ofício. No dia da inauguração da escola, o prefeito lhe entregou as chaves da cidade, o abraçou e lhe disse:

É com grande orgulho e gratidão que lhe pedimos que nos conceda a honra de colocar a sua assinatura na primeira página do Livro de atas desta nova escola.

A honra seria minha – disse o homem.. Seria a coisa que mais me daria prazer, assinar o Livro, mas eu não sei ler nem escrever, sou analfabeto.

O Senhor?!?! – disse o prefeito sem acreditar. O Senhor construiu um império industrial sem saber ler nem escrever? Estou abismado. Eu pergunto:

O que teria sido do Senhor se soubesse ler e escrever?

Isso eu posso responder – disse o homem com calma. Se eu soubesse ler e escrever… ainda seria o PORTEIRO DO PUTEIRO!!!

Geralmente as mudanças são vistas como adversidades. As adversidades podem ser bênçãos. As crises estão cheias de oportunidades.

Se alguém lhe bloquear a porta, não gaste energia com o confronto, procure as janelas.

Lembre-se da sabedoria da água:

‘A água nunca discute com seus obstáculos, mas os contorna.’

Que a sua vida seja cheia de vitórias, não importa se são grandes ou pequenas, o importante é comemorar cada uma delas!

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