Archive for the ‘Crianças’ Category

Na sala de aula, a professora pediu para que os alunos falassem do que tinham mais medo, e perguntou:
-Mariazinha, do que você tem mais medo?
Mais medo professora?humm, eu tenho medo de bicho papão!!!!
Mas Mariazinha, não precisa ter medo, porque bicho papão não existe…
-Paulinho, e você? do que tem mais medo?
Hummmm, eu tenho medo de assombração!!!
Mas Paulinho, não precisa ter medo, porque assombração também não existe…
- Joãozinho, e você? do que tem mais medo?
Imediatamente responde na lata: Do Mala Men!!!!!
Mala Men??? pergunta a professora.
É professora, do Mala Men!!!
Mas Joãozinho, quem é este Mala Men que nunca ouvi falar??!!
E o Joãozinho responde:
Olha professora, quem é eu também não sei, mas deve ser muito perigoso, porque todo dia quando minha mãe termina a oração ela fala:
“Mas livrai-nos do mal amém”….

E na Aula de Biologia…

A professora pergunta ao Joãozinho:

- Quantos anos vive uma perereca, Joãozinho?

- Em média 12 a 13 anos.

A professora, surpresa com a resposta, pergunta como ele chegou a essa conclusão.

- É facil professora:  porque depois disso ela cria pêlo e vira buceta.

Silêncio total na sala…

O Joãozinho entra no quarto e flagra seu pai colocando uma camisinha.

Seu pai muito embaraçado, tenta esconder a sua ereção e a camisinha, abaixando-se para olhar embaixo da cama.

Joãozinho diz: O que você está fazendo, papai ?

O pai responde: Eu acho que eu vi um rato enorme embaixo da cama!

Joãozinho retruca: E o que você vai fazer ,  comer o cú dele ??!!!

1 – Uma menina estava conversando com a sua professora. A professora disse que era fisicamente impossível uma baleia engulir um ser humano porque, apesar de ser um mamífero muito grande, a sua garganta é muito pequena. A menina afirmou que Jonas foi engolido por uma baleia. Irritada, a professora repetiu que uma baleia não poderia engolir nenhum ser humano; era fisicamente impossível. A menina, então disse:
– “Quando eu morrer e for ao céu, vou perguntar a Jonas”.
A professora lhe perguntou:
– “E o que vai acontecer se Jonas tiver ido ao inferno?”
A menina respondeu:
– “Então é a senhora que vai perguntar.”

2 – Uma professora de creche observava as crianças de sua turma desenhando. Ocasionalmente passeava pela sala para ver os trabalhos de cada criança. Quando chegou perto de uma menina que trabalhava intensamente, perguntou o que desenhava. A menina respondeu:
– “Estou desenhando Deus.”
A professora parou e disse:
– “Mas ninguém sabe como é Deus.”
Sem piscar e sem levantar os olhos de seu desenho, a menina respondeu:
– “Saberão dentro de um minuto”.

3 – Uma honesta menina de sete anos admitiu calmamente a seus pais que Luís Miguel havia lhe dado um beijo depois da aula.
– “E como aconteceu isso?” Perguntou a mãe assustada.
– “Não foi fácil”, admitiu a pequena senhorita, “mas três meninas me ajudaram a segurá-lo”.

4 – Um dia, uma menina estava sentada observando sua mãe lavar os pratos na cozinha. De repente, percebeu que sua mãe tinha vários cabelos brancos que sobressaíam entre a sua cabeleira escura. Olhou para sua mãe e lhe perguntou:
– “Por que você tem tantos cabelos brancos, mamãe?”
A mãe respondeu:
– “Bom, cada vez que você faz algo de ruim e me faz chorar ou me faz triste, um de meus cabelos fica branco.”
A menina digeriu esta revelação por alguns instantes e logo disse:
– “Mãe, por que TODOS os cabelos de minha avó estão brancos?”

5 – Um menino de três anos foi com seu pai ver uma ninhada de gatinhos que havia acabado de nascer. De volta a casa, contou com excitação para sua mãe que haviam gatinhos e gatinhas.
– “Como você soube disso?” perguntou a mãe.
– “Papai os levantou e olhou por baixo”, respondeu o menino. “Acho que ali estava a etiqueta”.

6 – Todas as crianças haviam saído na fotografia e a professora estava tentando persuadi-los a comprar uma cópia da foto do grupo.
– “Imaginem que bonito será quando vocês forem grandes e todos digam “ali está Catarina, é advogada”, ou também “este é o Miguel. Agora é médico”.
Ouviu-se uma vozinha vinda do fundo da sala:
– “E ali está a professora. Já morreu.”

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