- Cumpadi, muié é bicho estranho, num é mêsss???
- Num gosta di pescá…
- Num gosta di futebor…
- Num sabi contá piada…
- Num toma umas pinguinha…
- Óia, cumpadi… si num tivesse xoxota, eu nem cumprimentava.
- Cumpadi, muié é bicho estranho, num é mêsss???
- Num gosta di pescá…
- Num gosta di futebor…
- Num sabi contá piada…
- Num toma umas pinguinha…
- Óia, cumpadi… si num tivesse xoxota, eu nem cumprimentava.
Uma mulher estava esperando o trem na estação ferroviária de Varginha, quando sentiu uma vontade de ir urgentemente ao banheiro. Foi…
Quando voltou, o trem já tinha partido. Ela começou a chorar.
Nesse momento, chegou um mineiro, compadeceu-se dela e perguntou:
- Purcaus diquê qui a sinhora tá chorano?
- É que eu fui urinar e o trem partiu…
- Uai, dona! Por caus dissu num precisa chorá não… tenho certeza bissoluta qui a sinhora já nasceu com esse trem partido…
O cumpadi, há muito tempo de olho na cumadi, aproveitô a ausência do cumpadi e resolveu fazer uma visitinha para ver se ela não carecia de arguma coisa…
Chegando lá, os dois meio sem jeito, não estavam acostumados a ficar a sós… falaram sobre o tempo…
- Será qui chove?
- Pois é…
Ficô um grande silêncio…
Aí, o cumpadi se enche de corage e resorve quebrá o gelo:
- Cumadi… qui qui ocê acha: trepemo ou tomemo um café?
- Ah, cumpadi… cê mi pegô sem pó…
Dois cumpadre de Uberaba tavam bem sossegadim fumando seus respectivo cigarrim de paia e proseano. Conversa vai, conversa vem, eis que a certa altura um deles pergunta pro outro:
- Cumpadre, u quê quiocê acha desse negóço de nudez?
- No que o outro respondeu:
- Acho bão, sô!
O outro ficou assim, pensativo, meditativo… e perguntou de novo:
- Ocê acha bão purcaus diquê, cumpadre?
E o outro:
- Uai! É mió nudês do que nunosso, né mesmo?
Até os dias de hoje, muita gente, quando escreve o número 7, ainda coloca um pequeno traçinho no número. Oficialmente, este pequeno traço não existe, como dá para constatar, digitando a tecla 7 do teclado do seu computador, calculadora ou qualquer outro aparelho que possua teclado…
Vocês sabem a origem deste costume? Para responder, temos que voltar muitos séculos, aos tempos bíblicos, quando Moisés estava no Monte Sinai e lhe foram ditados os 10 mandamentos. Em voz alta, eles foram anunciandos à multidão, um por um.
Quando chegou ao Sétimo Mandamento, Moisés disse: Não desejarás a mulher do próximo!
Um breve silêncio…
E a multidão rompeu, gritando em coro: “Risca o sete…. risca o sete… risca o sete! “
Um cara comprou dois papagaios e não sabia qual era o macho e qual era fêmea.
O vendedor garantia que era um casal, ele tinha apenas que esperar para saber quem era quem.
Um dia, flagrou os dois papagaios transando.
Para marcar a fêmea, botou uma camiseta do São Paulo !
Passou o tempo e ele sempre vendo o papagaio transando com a fêmea ‘fardadinha’ com a camiseta do São Paulo !
Até que em um dia de jogo, chegou um amigo dele vestindo a camiseta do São Paulo !
Enquanto o dono do casal de papagaios foi buscar umas cervejinhas, o amigo, que usava a camiseta do São Paulo , ficou na sala esperando.
De repente, o amigo ouviu:
- Psssiu! psssssssssiiiiuuuuu! – era o papagaio ‘fardado’, chamando por ele.
O cara, mesmo sem acreditar no que ouvia, disse:
- Tá falando comigo, papagaio!?
E o papagaio:
- É Foda não?
- É Foda o que, papagaio?
- TE PEGARAM DANDO A BUNDA TAMBÉM?!?
Um mineirinho bom de cama, passando por New York, pega uma americana e parte para os finalmentes. Durante a relação, a americana fica louca e começa a gritar:
- Once more, once more, once more… (tradução de once more: ‘mais uma vez’)
E o mineirinho responde desesperado:
- Beozonte, Beozonte, Beozonte…
O amigo chega pro Carzeduardo e fala:
- Carzeduardo, sua muié tá te traino co Arcide.
- Magina!! Ela num trai eu não. Cê tá inganado, sô.
- Carzeduardo! Toda veiz qui ocê sai pra trabaiá, o Arcide vai pra sua casa e prega ferro nela.
- Duvido! Ele não teria corage…
- Mais teve! Pode confiri.
Indignado com o que o amigo diz, o Carzeduardo finge que sai de casa, sesconde dentro do guarda-roupa e fica olhando pela fresta da porta.
Logo vê sua mulher levando o Arcide para dentro do quarto pra começar a sacanage.
Mais tarde, ele encontra com o amigo, que lhe pergunta o que houve.
E então, o Carzeduardo relata cabisbaixo:
- Foi terrive di vê!!!… ele jogou ela na cama, tirou a brusa… e os peito caiu… tirou a carcinha… e a barriga e a bunda dispencaro… tirou as meia… e apariceu aquelas varizaiada toda, as perna tudo cabiluda.
E eu dentro do guarda roupa, cas mãos no rosto, pensava: ‘Ai…qui vergonha que tô do Arcide!!!’