Archive for junho, 2009

massagista de modelo

Você já reparou os nomes dos anjos?
Gabriel, Rafael, Miguel e outros anjos… todos terminam com ”el”.
Como todos os estudiosos sérios, teólogos e rabinos sabem, as tabelas de
anjos foram criadas sem fundamento…
Sendo assim, seguem no texto abaixo, as novas Descobertas relativas aos
estudos desses seres protetores.NOVOS ANJOS:

Motel – anjo protetor dos amantes;
Aluguel – anjo mau. Não deixa a pessoa conseguir sua casa própria;
Embratel – anjo protetor do monopólio das comunicações (mais conhecido como
Lúcifer); Chanel – anjo protetor dos costureiros e estilistas;
Papai Noel – anjo protetor do comércio. Só aparece no fim de ano;
Tonel – anjo protetor dos alcoólatras anônimos e bêbados em geral;
Pastel – anjo protetor da colônia japonesa;
Samuel – anjo protetor da poupança;
Gel – anjo que protege as pessoas com cabelos rebeldes;
Bordel – anjo protetor do sexo grupal;
Manoel – anjo protetor das piadas preconceituosas;
Papel – anjo protetor daqueles com intestinos soltos;
Anatel – anjo que, como qualquer outro órgão do governo, não serve para
porra nenhuma.

Uma pesquisadora do IBGE bate à porta de um sitiozinho perdido no interior de Minas.

- Essa terra dá mandioca?

- Não, senhora. – responde o roceiro.

- Dá batata?

- Também não, senhora!

- Dá feijão?

- Nunca deu!

- Arroz?

- De jeito nenhum!

- Milho?

- Nem brincando!

- Quer dizer que por aqui não adianta plantar nada?

- Ah! … Se plantar é diferente…

O mineirin vai a uma estação ferroviária para comprar um bilhete.

- Quero uma passage para o Esbui – solicita ao atendente.

- Não entendi; o senhor pode repetir?

- Quero uma passage para o Esbui!

- Sinto muito, senhor, não temos passagem para o Esbui.

Aborrecido, o caipira se afasta do guichê, se aproxima do amigo que o estava aguardando e lamenta:

- Olha, Esbui, o homem falou que prá ocê não tem passagem não!

Os dois mineiros se encontram no ponto de ônibus em Cocalinho para uma pescaria.

- Então cumpade, tá animado? pergunta o primeiro.

- Eu tô, home!

- Ô cumpade, pro mode quê tá levano esses dois embornal?

- É que tô levano uma pingazinha, cumpade.

- Pinga, cumpade? Nóis num tinha acertado que num ia bebê mais?!

- Cumpade, é que pode aparece uma cobra e pica a gente. Aí nóis desinfeta com a pinga e toma uns gole que é pra mode num sinti a dô.

- É… e na outra sacola, o que qui tá levano?

- É a cobra, cumpade. Pode num tê lá…

Num certo dia, um empresário viajava pelo interior de Minas.

Ao ver um peão tocando umas vacas, parou para lhe fazer algumas perguntas:

- Acha que você poderia me passar umas informações?

- Claro, sô!

- As vacas dão muito leite?

- Qual que o senhor quer saber: as maiáda ou as marrom?

- Pode ser as malhadas.

- Dá uns 12 litro por dia!

- E as marrons?

- Tamém uns 12 litro por dia!

O empresário pensou um pouco e logo tornou a perguntar:

- Elas comem o quê?

- Qual? As maiáda ou as marrom?

- Sei lá, pode ser as marrons!

- As marrom come pasto e sal.

- Hum! E as malhadas?

- Tamém come pasto e sal!

O empresário, sem conseguir esconder a irritação:

- Escuta aqui, meu amigo! Por quê toda vez que eu te pergunto alguma coisa sobre as vacas você me diz se quero saber das malhadas ou das marrons, sendo que é tudo a mesma resposta?

E o matuto responde:

- É que as maiáda são minha!

- E as marrons?

- Tumém!

Um mineirim tava no Ridijaneiro, bismado cas praia, pé discarço, sem camisa, caquele carção samba canção, sem cueca pur dibacho.

Os cariocas zombano, contano piada de mineiro. Alheio a tudo, o mineirim olhou pro marzão e num se güentô: correu a toda velocidade e deu um mergúio, deu cambaióta, pegô jacaré e tudo mais.

Quando saiu, o carção de ticido finim tava transparente e grudadim na pele. Tudu mundo na praia tava oiano pro tamanho do ‘amigão’ que o mineirim tinha. O bicho ia até pertim do juêio… A turma nunca tinha visto coisa igual. As muié cum sorrisão, os homi roxo dinveja, só tinham olhos pro bicho.

O mineirim intão percebeu a situação, ficou todo envergonhado e gritou:

- Qui qui foi, uai? Seus bobãum… vão dizê qui quando oceis pula na água fria, o pintim doceis num incói tamém…?

O velho fazendeiro do interior de Minas está em sua sala, proseando com um amigo, quando um menino passa correndo por ali.

Ele chama:

- Diproma, vai falar para sua avó trazer um cafézinho aqui pra visita!

E o amigo estranha:

- Mas que nome engraçado tem esse menino!! É seu parente?

- É meu neto! Eu chamo ele assim porque mandei a minha filha estudar em Beozonte e ela voltou com ele!

Os dois cumpadres pitavam o cigarrim de paia e prosiavam. Um deles pergunta:

- Ô cumpadre, cumé que chama mesmo aquela coisa que as muié tem (faz um sinal com as duas mãos), quentim, cabeludim, que a gente gosta, é vermeia e que come terra?

- Uai… quentim… vermeia? A gente gosta? Uái sô, só pode ser xoxota. Mas eu num sabia que comia terra, sô!!

O outro dá uma pitada no cigarro:

- Pois come, cumpadre. Só di mim, cumeu treis fazenda.

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